26 de set de 2013

METABOLISMO (002) - CICLO DE KREBS E CADEIA RESPIRATÓRIA



Em nosso organismo, quando quebramos a glicose em piruvato, tomamos vias metabólicas conhecidas como metabolismo aeróbio.
Esta denominação é dada pelo fato de que a produção de ATP está diretamente ligada com a presença do oxigênio molecular (O2) em nossas células.
O metabolismo aeróbio ocorre nas mitocôndrias e tem como suas principais vias:
- o ciclo de Krebs, do ácido cítrico ou do ácido oxalacético;
- a cadeia respiratória.
Ao final deste ciclo será formada a maior quantidade de ATP de todo o metabolismo da glicose, fornecendo energia suficiente para as funções orgânicas.
O início das vias aeróbias é dado quando o piruvato chega a matriz mitocondrial e une-se à coenzima A.
Esta reação libera um carbono na forma de CO2.
Como resultado temos um ácido acético (acetato) ligado à coenzima, conjunto conhecido como Acetil-CoA.
O objetivo do ciclo de Krebs é degradar o acetato liberando mais dióxido de carbono e íons hidrogênio para redução de coenzimas NAD+ e FAD+ em NADH+H+ e FADH2.
Todo o CO2 produzido segue é difundido para o sangue e eliminado pela respiração pulmonar.
As coenzimas reduzidas continuam na mitocôndria e, na crista mitocondrial participam da cadeia respiratória, onde o oxigênio será liberado, somado ao oxigênio molecular e formará moléculas de água.
Para tanto, as enzimas transportadoras de elétrons responsáveis por esta reação liberam uma grande quantidade de energia, gerando, no final das duas vias metabólicas, 18 ATPs para cada piruvato.
Como resultado final - somando-se aos dois produzidos no saldo na via glicolítica – temos o total de 38 ATPs para cada molécula de glicose.


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