21 de set de 2013

METABOLISMO (001) - VIA GLICOLÍTICA



O que conhecemos por metabolismo é, na verdade, uma série de reações químicas catalisadas por enzimas, capazes de gerar componentes para as células, degradar substâncias, produzir energia e - no caso dos seres autótrofos - produzir monossacarídeos de função energética.
De todas as vias metabólicas conhecidas e estudadas, uma é comum para quase a totalidade dos seres vivos: a glicólise ou via glicolítica.
Esta cadeia de reações corresponde a quebra de uma molécula de glicose em duas moléculas de ácido pirúvico (piruvato), ou seja, quebrando uma molécula de seis carbonos em duas moléculas de três carbonos cada.
 

 O principal objetivo da quebra da glicose é produzir energia para as funções celulares, o que significa formar moléculas de adenosina trifosfato (ATP) a partir da junção de um fosfato inorgânico em uma molécula de adenosina difosfato (ADP).


Em nosso organismo a glicose entra na célula por um processo de difusão facilitada mediada pelo hormônio pancreático insulina. Apenas as fibras musculares e as células nervosas a obtêm por difusão simples.
A primeira etapa da via glicolítica é a formação de glicose-6-fosfato a partir da união de um fosfato inorgânico, retirado de um ATP, no sexto carbono de uma glicose.
A G-6-P, como é chamada, é instável e, dependendo da necessidade da célula, pode seguir seu caminho para formação de ATP, reserva energética na forma de glicogênio ou formação de pentoses para a produção de ácidos nucleicos.
Até a transformação dos dois piruvatos ocorrem reações químicas responsáveis por:
- retirar mais um fosfato inorgânico de um ATP;
- gerar enérgica para converter 4 ADPs em 4 ATPs;
- reduzir duas coenzimas NAD+ em NADH+H+.



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