4 de nov de 2011

ÁGUA (005) – TRATAMENTO DE ÁGUA


A água que chega às nossas torneiras diariamente não vem diretamente dos rios, represas e reservatórios subterrâneos encontrados em nossas cidades.
Para que possamos consumi-la é necessária uma série de processos físicos e químicos que conferem à água o rótulo de potável, ou seja, própria para o uso em nossas demandas diárias.
Após ser captada e impulsionada para estações de tratamento, a água recebe substâncias químicas que possuem a capacidade de ajustar seu pH e aglutinar impurezas. Entre os compostos utilizados nessas etapas - conhecidas como alcalinização e floculação - podemos citar a cal – CaO - e o sulfato de alumínio – Al2(SO4)3.
Em um primeiro momento a mistura destas substâncias é agitada violentamente, garantindo assim que a diluição seja eficaz. A velocidade de agitação é diminuída a seguir para proporcionar a formação de flocos de impurezas que serão decantados e separados da água através da transferência entre tanques.
A próxima etapa do tratamento é a filtração, onde a água passa por três filtros formados por areia, pedra e carvão, capazes de retirar impurezas microscópicas.
Para complementar o tratamento é adicionado cloro, responsável por matar microrganismos que, por ventura, ainda podem ser encontrados na água. Nesta etapa também há a correção do pH, evitando assim danos à rede de distribuição por corrosão.


Há alguns anos, após a cloração, foi instituída a fluoretação, processo pelo qual é adicionado flúor à água como medida preventiva à problemas dentários, como as cáries.
A ordem dos processos descritos acima foi retirada do site da SABESP, caracterizando o tratamento de água da região metropolitana de São Paulo.

Dúvidas e sugestões: professorthigorenno@gmail.com

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